segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Tag Netflix

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Essa tag foi quase obrigação responder, eu sou a doida das séries, totalmente viciada. Meus amigos bem sabem, dizem que não tenho vida social - o que é exagero, tento conciliar bem -. Mas sou do tipo que vive uma série, se apaixona por personagens e sofre junto com a trama, daquelas que sente saudades das que acabaram, fica ansiosa pelas atuais que vão lançar nova temporada e já tem lista para as novas que pretende começar. Nada mais justo que responder uma tag sobre, não é? Acompanhe abaixo, querido leitor. 

É muito difícil - quase impossível -, conseguir responder isso somente com uma, para facilitar seria bom ter classificação por gênero, mas vamos seguir as regras. 

Qual é a sua série favorita de todos os tempos? 

Sons of Anarchy. Essa série é incrivelmente espetacular, acho que foi umas das melhores indicações que já recebi, e olha que não achei que fosse gostar tanto. Quer uma série que tem muito acontecimentos, aventura, e ação. Sons é a pedida certa, o grupo de motociclistas mais incrível de todos os tempos, além de contar com o protagonista mais lindo da vida.  

Qual é seu personagem favorito de todos os tempos?

Chloe Sullivan. Mal consigo escolher um, todas as séries que alguém que sou in love. Então optei pela primeira série que assisti certinho e por completo, não queria escolher nenhum protagonista, então a Chloe é perfeita para decisão final.

Cite uma série que você viciou.

Grimm. Foi uma série que não apostava em nada, comecei quando estava esperando a nova temporada de Arrow - escolha aleatória -, e certeira, porque olha. Uma das melhores das que acompanho. 

Cite um personagem que você tem algo em comum.

Robin Scherbatsky. Acho que a escolha tem que ser baseada em persoagem mais real, e séries de comédia são as melhores para esse fim. A Robin é a que tem mais coisinhas parecidas, mesmo estando longe (longe) de ser igual, mas baseio muito vida pessoal dela, como medos e por ser determinada. 

Cite uma série que todo mundo gostou (ou gosta) e você não.

The walking dead. Gosto muito de indicações e é muito provável que assistirei caso alguém indique. Mas essa, mesmo ouvindo falar super bem não tenho vontade. Interesse zero.

Qual é sua série favorita dos últimos tempos?

Stranger Things. Para não repetir, mas com certeza o pódio é disputado por ela, sons e Grimm. Mas falando em Stranger, outra que assisti por indicação, sabe aquela coisa de ouvir muita gente falando sobre, curiosidade bateu. E olha, muito boa. Que primeira temporada essa viu. 

Cite uma protagonista que você não gosta mas curte a série

Oliver Quinn. Não é que eu não goste, bem pelo contrário, o Oliver é amor demais. Mas ele é um pouco enrolado demais nas decisões, isso me deixa muito agoniada. Então de todos que já vi todos as temporadas até hoje, é a escolha no momento. Caso mude, altero. 

Você assiste (assistia) alguma série brasileira?

Oh yeah! Se tem uma coisa que a Rede Globo ta mandando bem é nas séries. O que não foi Verdades Secretas, mesmo não assistindo assumidamente, foi ótima. E agora com Justiça? Brasil, ta demais. E as antigas, como Toma lá da cá, A grande família, que já acabaram, mas foram bem legais. 

Qual série você indica para todo mundo?

Grimm e agora Sons também. 

Qual série tem melhor figurino?

Sons. Pelo estilo com as jaquetas, rs.

Qual a última que assistiu?

Sons, ontem. To no final da temporada, não dá para dar pausa. 

Já ficou triste com o final de alguma série?

Sim, quando terminei Friends. Eles se separam :(

Qual personagem gostaria de ser?

Adalind, de Grimm.

Qual série tem vontade de assistir?

House of Cards, Breaking Bad, Narcos, Demolidor, Sense8, American Horror Story, Prison Break...

Pense em alguém, diga o nome da pessoa e pense numa série que gostam em comum.

Jéssica e Rodrigo (trabalho): Stranger Things. 


Sua Lola.

*A Tag foi uma junção da Tag Netflix e Viciado em séries.






sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Traição com quem?


São 6h da manhã, os sons dos carros em baixo do prédio ecoam fortemente pelo quarto, alto de mais para seu sono leve. Como de costume se levanta e o deixa dormir mais um pouco, veste sua calcinha de porquinhos e uma camiseta antiga dele, de quando se conheceram há muito tempo. Corre para a cozinha ainda descalça, sempre foi uma “menina moleca”, um chão frio não mata ninguém, certo? Começa a preparar o café da manhã, é péssima cozinheira, mas aprendeu a fazer panquecas por ser o prato preferido dele, apenas para agradar. 

Ao longe enquanto as panquecas ainda estão assando, no banheiro do quarto ouve o barulho do chuveiro ligar, ele já levantou e foi se arrumar. Suco, panquecas, tudo feito com a maior dedicação para ele, em uma bandeja leva para o quarto e a deixa na cama, invade o banheiro. Com olhar penetrante suplica para mais uma foda antes dele partir, 10 minutos é tudo que ele pode dar a ela, entre arranhões e gemidos seu corpo implora por mais, ainda não foi o suficiente. 

Seus 10 minutos acabaram, ele satisfeito volta a se arrumar, ignora a bandeja e diz que esta atrasado demais para o trabalho. Parte em direção a porta, antes de sair ela ainda o puxa mais uma vez para um beijo caloroso, diz eu te amo e ele responde o mesmo, mas seus olhos dizem o contrario. A porta se fecha e mais um dia sozinha em seu apartamento, corre para a janela do quarto e o vê saindo do prédio, entrando em um loja de flores e saindo com um buque, ao entrar no seu carro de luxo uma lagrima escorre em seu rosto solitário. Essa noite ela passara sozinha, hoje ele não voltará, hoje ele vai para sua própria casa sua esposa o espera.

Holmes

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Me ame ao menos uma vez. Pode ser?

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Início do ano letivo de 2005, 4º série (naquela época não tinha isso de anos, tudo era série), eu conheci meu primeiro amor. Ela era linda, mais alta que eu uns 10cm/15cm, nesse tempo as garotas sempre são mais altas que os garotos, tinha o cabelo moreno e olhos levemente puxados, seu nome era Fernanda, como esperado ela não me dava a menor bola. 

Eu não teria chances, ela era a garota da sala e eu o novato desconhecido, mas fui apaixonado por ela até a 7º série, incondicionalmente. No meio desse período ficamos amigos, brigamos muito, paramos de nos falar seriamente durante 5 meses (da sexta para sétima série). Lembro como se fosse hoje quando o professor de matemática nos tirou de sala e disse que iria fazer o mapeamento, 1 por 1 nossos colegas foram entrando na sala, ficou somente Fernanda e eu do lado de fora e duas cadeiras vazias (uma atrás da outra exatamente) ambos olhamos para o professor e falamos: EU NÃO SENTO PERTO DELE  (A). 

Ele sabia que eu era apaixonado por ela, mesmo estando com raiva incrível, ele nos forçou a sentar, e todo dia tínhamos que nos cumprimentar com um singelo "Bom dia", era algo torturante para um garoto de 12 anos com coração quebrado, apesar da raiva o professor estava certo no final e voltamos a ficar amigos, inseparáveis, um ao lado do outro sempre, ganhamos o título de casal da escola (mesmo não sendo um). 

Uma semana antes de acabar o ano a Fernanda veio falar comigo triste, dizendo que mudaria de escola e aquele seria o último ano dela. Fiquei completamente arrasado, meu primeiro e único amor ia embora, a minha melhor amiga não estaria ali para me apoiar como sempre. Então falei que no último dia precisava fazer um pedido para ela, ela sorriu alegre (ama surpresas), então comprei uma caixa de bombons e implorei para minha mãe me permitir ir de tênis branco para escola (o único quê eu tinha, eu amo tênis branco e minha mãe sempre reclamava de usar pois suja muito). Quando cheguei na escola ela estava lá sentada no banco de sempre, então entreguei a caixa e comemos juntos - eu já era da altura dela naquele momento -, passamos o dia juntos, quando era 11:50 eu ia me declarar, nesse mesmo momento ela me abraçou e disse: "Eu te amo, como um irmão que nunca tive." 

Foi como descartar um pente de dez balas nas minhas costas. Eu a beijei na testa e falei a primeira coisa que veio a minha cabeça: "o que eu tinha para falar é, não esqueça de mim na católica" (era a escola que ela ia se transferir, por ironia do destino estou me formando na escola que odiei um dia), virei minhas costas e fui para o carro. Naquele 1 de Dezembro de 2008 eu disse adeus para a garota que me ensinou a gostar de chocolate (algo que eu odiava), que após quatro anos estudando com ela finalmente ela tinha aceitado ser meu par na festa junina, a menina que juntos conquistamos o prêmio para a sala de "Garoto e Garota Juninos". 

A primeira menina que me disse na vida "Eu te amo" e que quando cheguei em casa me sentia o Batman, eu virei as costas para tudo que me fez feliz durante quatro anos, e quando ela me procurou no MSN eu disse que nunca mais iria querer vê-la e que sumisse da minha vida, que ser amigo dela aquele ano foi a pior decisão da minha vida. 

Como um menino eu fiz uma das maiores cagadas da minha vida e até hoje colho os frutos dela. Ainda vejo a Fernanda nos corredores da faculdade, nos cumprimentamos, mas eu sempre me pergunto como seria se eu não tivesse sido um babaca. Não sei e nunca vou saber. É por isso que hoje eu sempre penso duas vezes nos meus atos, porque como diz Willian Shakespeare: "Um dia você aprende que pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto de sua vida".

Holmes

Ainda posso escrever.

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Eu prometi que ia evitar falar de você, prometi para mim e fiz a promessa com alguns amigos próximos, mas eu ainda posso escrever. Hoje acordei com o coração apertado, não sei dizer o nome disso, talvez seja saudade, seja falta, seja lembrança por te visto ontem. Talvez seja de tudo um pouco. Eu só sei que sinto.

Se eu não te visse quase todos os dias a vida seria mais fácil, mas eu também gosto de te ver. Uma amiga sempre fala como eu gosto de ser trouxa, mas a coisa na minha cabeça é prática, eu não posso estar contigo, to tentando com todas as forças ignorar isso, não ir atrás, porque eu sei que é inútil, to tentando respeitar teu espaço - apesar de estar quase sempre perto dos teus amigos -, to guardando para mim tudo que queria falar para você, to segurando toda vontade de estar contigo, o máximo e única coisa que posso fazer é escrever.

Eu não sei qual o nível de apego ou burrice isso é, mas até hoje não consegui apagar a pasta com algumas fotos nossas e suas imagens com textos. Simplesmente não consigo. Evito entrar nas fotos para nem olhar, mas sei que está ali. Me traz lembrança demais. Antes fosse só isso, por onde ando lembro de algo. Maldito fantasma.

"É normal sentir falta no inicio". Essa frase... não vou contar contexto, mas essa frase. Acho que esse é mais um texto inútil e pessoal, ninguém vai entender, você não vai ler, quem ler e conhecer a história vai me chamar de burra ou algo pior. Eu só queria escrever para você, mesmo que você nunca leia. Queria poder te dizer o quanto sinto falta, que teu jeito faz falta. 

Sinto falta de quando comentava do meu esmalte, ou sempre falava do meu perfume, de quando sempre arrumava meu relógio, ou de como ficava sem graça quando eu ficava te olhando nos olhos. Ou das nossas conversas e como tínhamos coisas em comum. Ah, e dos passeios pela universidade. Eu sei, devia fazer um esforço maior para esquecer, devia. 

Não é amor, eu sei. Não é algo mais legal que isso, sei também. Eu não sei o que é, só queria que... é, eu queria ta ai. Fim.
Lola.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Escreva. Fale e grite o mais alto que puder, mas escreva.


Você pode substituir o "fale e grite" por apenas escrever, ou pode também falar a quem se quer ou a outro alguém e depois escrever. Pode se aprofundar mais na escrita e ser mais raso ao falar. Pode também chorar sozinha e ser consolado pela escrita. Ou estar feliz e demonstrar usando as palavras. Nada é tão confortante. Claro, nem todos compartilham da opinião ou prática, mas meu conselho é para ao menos tentar. O prazer é imediato, garanto. Basta fazer sem muitas delongas e sem pensar muito, se objetivo for desabafo, no caso. 

As palavras vão saindo numa fluidez, caindo como água. Mágico, diria. Faço a linha que tenta falar quando algo incomoda, mas no fim não representam se quer uma pequena fracção de tudo que gostaria, ora por decisão, ora por nervosismo momentâneo, quem nunca não é mesmo. Mas percebi há alguns anos que sempre acaba no mesmo jeito, sempre o desfecho de qualquer situação me levava a escrever. 

Não caro leitor, estou longe de ser uma grande escritora ou escrever perfeitamente, mas a prática que me refiro é colocar tudo em palavras, em ser completamente sincera consigo mesma. Tem gente que leva isso para algo depressivo, ou atribui somente a tristeza, admito que ultimamente, e por muitas vezes, faço nesse estilo, sempre me apego mais quando estou mal, sinto que preciso escrever mais que o normal, mas dai não precisa ser linha de regra, afinal cada um faz como lhe cabe e agrade.

Sei que existe quem não se aprochegue a escrita, mas eu realmente consigo viajar nesse universo, seja lendo um bom texto ou escrevendo. Quando leio fico pensando qual sentimento o escritor estava no momento, o que levou a falar sobre o tema, o que estava acontecendo, qual era sua inspiração e aonde ele poderia estar. Assim como faço com música, quando ouço los hermanos mesmo, sempre fico pensando que quem escreveu a letra de determinada canção estava passando pela situação na qual ela descreve, se ele estava tão apaixonado assim, ou se tinha vivido uma desilusão. Será que o vocalista é mesmo tão sentimental ao ponto de interpretar tão bem a canção? e quem será a garota que ele sempre fala? 

Escrever é vida. A arte que mais me encanta.

Com amor, sua Lola.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Vamos parar de reclamar?


Já ouviram falar que quanto mais reclamamos, mais o universo conspira contra, ou algo nessa mesma linha de pensamento? pois bem, caro leitor, senta ai, pega um café e me acompanhe. Recebi o link do texto que aborda esse assunto há pouco tempo atrás, você pode lê-lo também clicando aqui, no blog Papo de Homem, dito cujo sou apaixonada, os meninos ahazan nos textos. 

Depois de ler percebi que eu sou o tipo de pessoa que reclama muito, mas muito mesmo e de tudo, não é uma questão simples de não ser agradecida, é uma questão pessoal de ser tão pessimista, que quando coisas ruins ou complicadas acontecem eu já fico estressada e começo a falar que a vida é trágica, coisas boas raramente acontecem, e que comigo tudo é assim e vai ser sempre assim. A partir dai volto a minha lógica do pessimismo e digo que essas coisas acontecem, ou outras deixam de acontecer, porque eu não tenho sorte na vida mesmo, é para me acostumar que tudo será assim.

Admito que até eu me surpreendo comigo mesma as vezes, é pesado ser tão negativa assim. É pesado colocar tudo em mim pra baixo por acreditar que é melhor eu nunca esperar coisas boas, até fisicamente aplico isso. Mas vou me atentar ao assunto principal do post... "O hábito de reclamar só piora a sua vida", diz o título do posto no PdH.

O texto cita sobre o estudo e o experimento de ficar 21 dias sem reclamar, apontando que esse tempo seria necessário para que nós nos acostumemos a fazer algo, a partir dai tornando parte da rotina. Pois assim como reclamar demais nos afeta, é como se ficasse programado no nosso cérebro. 

21 DIAS, LOLA? 

Sim, querido leitor. Eu ainda não tentei, porque como pudeste ver, isso faz quase parte do meu ser, mas racionalmente sei que é muito ruim, sinto isso e tenho consciência. Infelizmente, ou felizmente por ainda conseguir admitir e pensar sobre.

Intitulei o post indagando como forma convidativa e no plural, pois é algo que quero fazer junto com vocês. Alguém me acompanha? não me parece tarefa fácil, mas definitivamente se faz necessário. Então prometo tentar ficar 21 dias sem reclamar e contar a experiências aqui. Espero realmente ter sucesso.

Sua Lola.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

E se você saísse da minha cabeça como saiu da minha vida?


Incrível como quase um mês e meio e ainda tem um pouco de você aqui. Um mês foi completamente sem te ver, mas parece não ter feito diferença. Já curti um famoso porre do esquecimento e da dor de cotovelo, já fiquei com outros caras, já resolvi as coisas contigo, ouvi conselhos e mais conselhos como te esquecer, seguir a vida e deixar de ser trouxa. Mas aonde você está agora? nos meus pensamentos, lembranças e textos. Ah, sem falar das minhas músicas. 

Ainda fico rindo das coisas que você me falava, pensando nos livros e séries que me indicava, no plano que tínhamos de ir ao templo budista ou até na próxima vez que íamos ao cinema, mesmo você não gostando, mas no final escolhíamos filmes que os dois gostavam. Fico lembrando das suas lições de vida, como tomar banho na água fria. Eu nem cheguei a conhecer teus pai, mas falávamos tanto que ainda penso até como os chamava. 

Parece que fugir completamente eu não vou conseguir, né? afinal, te encontro quase todos os dias na faculdade, temos alguns mesmos amigos lá e eu ainda tinha que ter conhecidos todos os teus. Ainda tenho de lidar com perguntas sobre nós de gente que ainda não sabe do desfecho. Dias desses até o tio da lanchonete perguntou se eu não sentaria contigo. 

Foram dois meses mais o tempo de amizade que antecederam a eles, e bem, você pode nem ter lembranças ou tampouco sentir falta, mas essa sou eu, apegada a detalhes, coisas que tínhamos que era bom. Mas cara, porque você não sai do mesmo jeito que entrou? eu fiz você entrar, queria poder fazer sair fácil assim. Sabe que hoje estou usando o colar que você meu deu? era exatamente o que eu queria, quando você me deu foi além do símbolo que tanto gosto, fiquei encantada pelo cuidado de lembrar e bem, ele está aqui no meu peito, parece impossível esquecer que você existe. Mas vou tentar tirar da minha cabeça o pouco que resta. 


Lola.