23

Foto: google imagens

Gosto do número 23. Não é nada do tipo ''número da sorte'', só gosto. Ta, é o dia do meu aniversário e talvez (ou com certeza) isso contribua muito para que o apego todo a este número aumente, mas acho ele visualmente fofo, é um número legal. Sem mais.
Amanhã é meu aniversário, e não costumo ver nada de especial em aniversários, é só mais um dia e que talvez se faça especial por ser o dia em que nascemos, mas no mais, não sei, é só um dia, mas faze-se normal - que sá, obrigatório- ritus de passagem sobre o dia, comemorando mais um ano, mas de fato fico pensando se comemoramos o ano que passou ou o que estar por vir, buuuut, whatever. Se você está lendo este texto deve estar se perguntando qual a lombra que tem no contexto dessa história (ou na autora), pois bem caro leitor, me pergunto a mesma coisa. 
Mas eu estou bem. Estou sim. Só que apesar da não motivação em sentidos emocionais e comemorativos com aniversários este ano sinto que estou mais assim com isso. 21 anos me assuta um pouco, devo atribuir tudo à isso, fazer 21 anos. Em menos de uma década terei 30, e tenho menos de 5 (na minha conta pessoal) para fazer tudo que quero na vida e garantir felicidade (na minha percepção pessoal) também. Isso é assustador.
O fato básico sobre o texto é este: Amor pelo número 23. E temor sobre o 21. Reparas como gosto de parenteses, querido leitor? Sim, gosto das coisas que colocamos entre o texto (pois se destaca) e parece mais pessoal (na minha doida concepção pessoal).

Com amor -e me sentindo velha-, sua Lola.



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