Carinho é gostar sem motivo

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Acabei de ler essa frase no post do Bruno Fontes, e depois de ficar sorrindo feito boba, pensei: "até quando o textos dele me fará lembrar de ti?". Não consegui responder, afinal, acho que vai ser sempre. Independentemente do sentimento estar vivo ou não, foi você quem me apresentou e foi aí que eu fiquei completamente encantada pela poesia dele. É de arrasar coração, apertar, fazer doer e sorrir.

Lembro que sempre recebia suas imagens e ficava feliz. Levemente e intensamente feliz. Não precisava ser dito mais nada. Aquilo bastava. Parecia sincero. Hoje nem sei mais se era, talvez também fosse por obrigação, assim como as conversas passaram a ser.

Mas quando eu recebia e acreditava ser tudo, era mágico. Era acolhedor. Era fofo. Talvez eu devesse parar de seguir o instagram, não ia me deparar com os textos dele e consequentemente iria tirar a memória de ti. Mas fazer o que ele se gostei das palavras dele. Aguentar, certo?

Parece meio que inaceitável que as coisas por fim não eram tão reais ou sinceras. Faz querer apagar e fingir não que nunca aconteceram. Mas não consigo, simplesmente não consigo. Acho que por isso ainda mantenho isso vivo aqui no blog, por mais idiota que seja escrever sobre, aproveito os picos momentâneo sentimentais para fazer. Isso não diz respeito a condição contínua, ao contrário do que pensam. São apenas palavras do que sinto em dados momentos. Você me fez conhecer coisas boas que trazem memórias hoje não tão bem vindas, diria.

Eu preciso parar de escrever sobre você ou para você. Preciso.

Lola.  

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